Monitoramento do Aedes aegypti: da armadilha à decisão
Por Equipe técnica Maxmaq · Atualizado em

O que o gestor recebe

- Rede de armadilhas georreferenciada, instalada e mantida pela equipe.
- Índices por área e semana, calculados a cada ciclo de coleta.
- Mapas das áreas prioritárias, para decidir onde agir primeiro.
- Relatórios com as ações executadas e o efeito delas.
- Acesso do contratante à plataforma, com painel e mapas de calor.
Como funciona, em cinco passos

- Implantação da rede. Em município infestado, 300 a 400 metros entre ovitrampas; nos não infestados, pontos estratégicos de trânsito de pessoas e cargas.
- Coleta e leitura. A palheta é recolhida no 5º dia e lida com lupa estereoscópica.
- Índices. IPO, IDO e IDV por área e semana, e de adultos quando há armadilhas de captura.
- Prioridade de áreas. Quando os índices sobem em relação ao último monitoramento, as ações se intensificam num raio de 200 metros ao redor das armadilhas.
- Relatório de efeito. Os índices antes e depois mostram se as ações funcionaram.
O método é o da Nota Técnica nº 3/2025 do Ministério da Saúde. O artigo Ovitrampas: como instalar e ler os índices detalha cada etapa.
Armadilhas usadas
A ovitrampa, no padrão do Ministério, e armadilhas de captura de adultos, que medem as fêmeas. Veja a função de cada uma em armadilhas para o Aedes aegypti.
A plataforma de monitoramento

A plataforma da Maxmaq reúne um aplicativo de campo com georreferenciamento, a rede de armadilhas georreferenciada, um painel com os índices por área e semana, os mapas das áreas prioritárias e mapas de calor, os relatórios ao gestor e o acesso do contratante. Ela é configurada para cada projeto.
Monitoramento e fumacê

Os índices mostram onde concentrar as ações e medem o efeito. A nebulização espacial, porém, é decidida pela notificação de casos (Nota Técnica nº 3/2025). Há exemplo público de uso conjunto: em Sobral (CE), o percurso do carro do fumacê segue a positividade das ovitrampas (Prefeitura de Sobral).
Equipe própria: kit e capacitação
Quem prefere operar com equipe própria pode comprar o kit de ovitrampa e capacitar os agentes com a Maxmaq.
Como contratar
O monitoramento é um serviço contínuo. Nas compras, ele aparece com termos como monitoramento entomológico, ovitrampas e plataforma digital. As modalidades estão em compras públicas.
Perguntas frequentes
Quantas armadilhas são necessárias?
Depende da área e do objetivo. A Nota Técnica nº 3/2025 orienta 300 a 400 metros entre ovitrampas em municípios infestados e pontos estratégicos nos não infestados. O projeto define a rede.
O monitoramento substitui o LIRAa?
Não. O LIRAa mede larvas nos imóveis em levantamentos periódicos, e a ovitrampa mede ovos de forma contínua. Os dois se complementam.
Quem faz a leitura das palhetas?
A equipe da Maxmaq, ou a do contratante, capacitada pela Maxmaq, quando o projeto prevê.
Os índices decidem o fumacê?
Não sozinhos. Pela Nota Técnica nº 3/2025, a nebulização espacial é usada mediante notificação de casos, no bloqueio de transmissão. Os índices mostram onde concentrar as ações e medem o efeito.
Dá para monitorar o mosquito adulto, além dos ovos?
Sim. As armadilhas de captura de adultos medem as fêmeas, permitem identificar a espécie e, em laboratório, pesquisar vírus nos mosquitos capturados. Elas complementam a ovitrampa, que é o método do Ministério da Saúde para o monitoramento contínuo pelos ovos (Nota Técnica nº 3/2025). O projeto define onde cada uma entra.
Com que frequência é feita a coleta?
A Nota Técnica nº 3/2025 prevê ciclos semanais ou quinzenais nas áreas prioritárias e mensais nas demais. O projeto ajusta à necessidade.
Fale com a equipe da Maxmaq
Conte o equipamento e o órgão. A proposta sai com a configuração, o prazo e os documentos de compra.
